Transfobia

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Militante explica as razões pelas quais o Brasil é o país que mais mata transsexuais no mundo.

 

Bandeira símbolo do grupo LGBT, o qual o “T” se refere aos transsexuais.

A transfobia é uma prática caracterizada pelo tratamento hostil, agressivo, discriminatório, preconceituoso, e/ou aversivo com relação às pessoas transgêneras/transsexuais, ou seja quando a expressão de gênero é diferente do sexo atribuído àquela pessoa ao nascer.

Essa parcela da população é altamente ameaçada no Brasil, pois o País é o que mais mata transsexuais no mundo. Só em 2016 foram 127 casos. As consequências são alarmantes, já que expectativa de vida de uma pessoa transsexual no Brasil é de 35 anos, menos da metade da média nacional, que é de 75 anos. Esses dados, divulgados no início de 2017 pelo Grupo Gay Bahia, ONG de defesa LGBT, iniciaram uma série de discussões acerca da violência contra essas pessoas.

Para falar sobre a questão, no programa Bom Dia Gazeta, o estagiário Otávio Rodrigues (3º ano de Jornalismo) e a colaboradora Gabriela Gasparini conversaram com a professora de filosofia Luiza Coppieters, mulher transsexual, militante LGBT e feminista.

Durante a entrevista, Luiza explicou os motivos que tornam o Brasil tão hostil em relação à essa população, já que, segundo ela, as razões estão relacionadas às rígidas normas sociais, misoginia e outros aspectos. A professora ainda falou sobre suas experiências como mulher trans vivendo no Brasil, como está a representatividade desta população na arte e na mídia, entre outras questões que envolvem o preconceito e a violência aos transsexuais.

Ouça a entrevista na íntegra:

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