Caso Joaquim

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Entrevista exclusiva com o advogado que conseguiu o habeas corpus da mãe do menino assassinado.

 

Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, desapareceu no dia 05 de novembro e foi encontrado morto cinco dias depois. (Divulgação/Arquivo Pessoal)

Em novembro, o desaparecimento e morte do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, chocou o Brasil.

Na época, o menino desapareceu dentro de casa, onde morava com o padastro e a mãe, em Ribeirão Preto (SP). Eles alegavam que havia colocado Joaquim para dormir por volta da meia-noite e só deram falta do seu sumiço na manhã do dia seguinte. A polícia foi chamada e o seu corpo só foi encontrado cinco dias depois, boiando no Rio Pardo, próximo de um rancho de Barretos.

Entretanto, a história defendida pelo casal não batia com as provas encontradas pela PM, como o fato de terem encontrado rastros do padastro pelo mesmo percurso em que o corpo de Joaquim foi encontrado. E, além disso, revelações de agressões e dependência por substância química por parte do padastro o colocaram, junto com a mãe, como os principais suspeitos do crime.

Após mais de um mês do acorrido e sem uma conclusão do caso, a psicóloga Natália Ponte, mãe do menino Joaquim, que estava presa temporariamente, recebeu do Tribunal da Justiça o habeas corpus graças ao advogado Angelo Carbone, que não é o defensor instituído pela família, mas que acredita na sua inocência.

Em entrevista para o programa “Revista Geral”, o Dr. Carbone explicou os argumentos utilizados para conseguir a liberação da ré e os motivos que o levaram a cuidar do caso.

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